A Ciência dos Registros Akáshicos- Teoria holoinformacional

Os físicos chamam o pensamento de “pré-matéria”, podendo se mover através do tempo. Einstein e outros estudiosos da física quântica mostraram que tudo o que move mais depressa que a luz (pensamento) pode ser observado em sequências temporais inversas.

Com esse raciocínio dizem que uma onda quântica é uma onda de probabilidades, que se move mais depressa que a luz e conecta as mentes com o mundo físico. Assim, as ondas quânticas estão na mente dos seres humanos e também fora dela, determinando a probabilidade de ocorrência dos fatos.

Nessa nova realidade conceitual o campo holoinformacional universal ou, o campo akhashico para alguns é o registro que consiste em padrões de luz (energia) e que está sintonizado em uma frequência vibracional, especial e exclusiva para seu conteúdo.

O “registro akáshico” de um ser humano é o padrão de energia holográfica armazenada dentro do seu DNA, que está presente no núcleo de suas células. E como o padrão de DNA é repetido em todas elas, esses registros podem ser acessados através de uma única célula.

Esses registros são também “guardados em cópias” aos níveis galáctico, universal, cósmico e devido a sua natureza holográfica informacional podem ser imaginados como em uma matrioska (conjunto de objetos sucessivamente aninhados um dentro do outro).

No momento em que uma consciência toma decisão de experenciar a vida (físico-biológica), é formado um campo de energia holoinformacional com finalidade de gravar para esse ser todos os seus pensamentos, palavras, emoções e ações geradas em cada uma de suas experiências. Esse campo de energia holoinformacional é também chamado de “registro akáshico”.

Akasha é uma palavra de origem sânscrita, que se utiliza para denominar um plano da consciência cósmica atuando como “arquivo” Pode-se ainda o definir como Alma Universal – a Matriz do Universo, de onde tem origem a substância energética da qual toda a vida está formada e causa da existência por todo espaço infinito. É mencionado na Bíblia associado ao “O Livro da Vida”. Os budistas o referem como a “Memória da Natureza” e os dimensionais o associam aos Fundamentos da Natureza.

O ser humano só tem acesso ao registro de sua alma e daqueles que tiveram influência sobre sua vida, a não ser que tenha sido concedido a ele o acesso a outras informações, necessárias para evolução da sua alma.

Cada ser humano possui sua própria memória guardada nesse “registro”, mas o interdimensional desperto – “viajante no tempo”, o leitor pode especialmente acessá-los na realidade física através de “transmissões” pela linguagem codificada de Luz.

O corpo é um efeito, criado por uma causa. Esta causa é o pensamento, que não pode experimentar… Só o corpo pode experimentar e ser experimentado, que é a sua função original. O que o pensamento pode fazer é criar e interpretar, portanto necessita de um mundo de relatividade (o mundo físico do corpo) para nele experimentar.

Frequência é o número de ondas eletromagnéticas que passam por um determinado ponto em um segundo. E ressonância pode ser entendida por uma cavidade ou, como uma região espacial limitada cuja forma e volume determinam as frequências, em que ondas repercutem (ressoam) dentro da mesma.

As emoções mais sutis (“espiritualizadas”) geram sentimentos em frequências que conduzem mais facilmente um para outro. Portanto nesse esforço mental, pensamentos em frequências sutis de vibração regidas pelo coração podem ressoar também no planeta, nessa caminhada que é de todos e de tudo, para um outro ciclo de existência que se inicia.

A Mecânica Quântica dentro dos Princípios que a regem – e, com as informações e os conhecimentos que fornece, começa a descortinar para o ser humano, a sua real probabilidade de existir mais além, agora não mais em linguagem mística e superficial. Mas do ser humano existir de fato além de seu corpo físico pelo entrelaçamento/emaranhamento quântico nele naturalmente já presente. Quando em outra condição (mentalmente) vibratória mais acelerada pode cada vez mais se evidenciar. Mostrar-se em corpo mais sutil ou de mais luz (transmutado), se assim for sua vontade e desejo conscientemente conduzidos pelo seu pensamento, em sintonia às Ondas Moduladoras Entrelaçadas – ou, ao seu “Modelo de Deus” no universo quântico holoinformacional.

“nossos cérebros constroem matematicamente a realidade “concreta”, interpretando as freqüências vindas de uma dimensão que transcende o tempo e o espaço. O cérebro é um holograma interpretando um universo holográfico”. – Ferguson


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