O próprio merecimento é uma condição da alma? Um estado de espírito? Uma energia que trazemos?

Reconhecendo a abundância 18 –

reconhecendo a abundancia

A abundância é um estado natural de nossa alma. É uma energia que nos abre ao contato profundo com todas as dimensões. Quando ancoramos essa energia nos abrimos ao amor, e assim a benevolência universal nos apoia. Tornamo-nos canais do infinito.

O que ocorre é que muitas vezes pensamos serem necessários determinados rituais para nossa expansão espiritual. Cuidamos de nossa alimentação, estudamos formas de nos silenciar, ouvimos mantras e nos utilizamos de uma infinidade de técnicas na tentativa de obter essa abertura. Mas tudo isso apenas nos ajuda se realizarmos os processos nos abrindo à nossa intuição, destituídos do processo mental do querer transcender, da compreensão desse fenômeno. Isso se dá quando realizamos o processo sem que seja mais uma obrigação mental imposta pelo nosso ego.

Quando nos buscamos verdadeiramente, nos abrindo à universalidade, é que todas essas técnicas passam a nos auxiliar, nos desconectando energeticamente da grade de restrições planetária. Grade essa que está impregnada com a energia da vaidade, do orgulho, da avareza, da gula e tantos outros vícios materiais que a energia da abundância vem nos libertar.

E nos desconectando dessa grade de restrições, passamos a nos reconhecer de acordo com nossa própria natureza, tornamo-nos abundantemente felizes, alegres, amados e, por esse estado, passamos a atrair mais disso à nossa vida, como um ciclo magnífico que irradia os corações aflitos ao nosso redor.

Isso é se tornar canal do infinito, transbordar tudo que somos sem restrições. Mas não transbordar aquela alegria que é forçada, o amor que exige, e outras formas de ser que se transformam em outra maneira de fugirmos de nós mesmos.

Falamos de transbordar abundantemente a energia Eu Sou Deus em seu coração. Essa é a única e verdadeira alegria e felicidade que temos na vida, esse contato profundo com nós mesmos, que nos traz segurança, confiança no processo, e o sentimento de que Deus realmente está presente em nossa vida.

Ser abundante é isso. É encontrar o estado natural de nossa alma para que, transbordando tudo que somos, abundantemente, possamos nos tornar canais genuínos de Deus na Terra.

É um estado em que tudo fica tão grande em nosso interior que transbordamos paciência, generosidade e aceitação pelas experiências da vida. Isso é evolução. Isso é transcender a matéria. Isso é ser abundante.

Abundância é isso: transcendência. Quando transcendemos nossas restrições nos tornamos abundantes. Ser abundante não é acumular bens materiais e irreais à nossa alma, mas realmente irradiar nossa presença Eu Sou ao mundo.

Muitos pensam que temos que nos tornar abundantes para transcendermos nossas restrições, mas é justamente o contrário. Ao transcendermos nossas restrições nos tornamos verdadeiramente abundantes em nosso próprio amor. Nesse estado, descolamo-nos da grade de restrições planetária através do amor, e nossa essência mais genuína brilha.

E um amor começa a crescer tanto em nosso interior que se torna capaz de apagar nossas tristezas, nossos anseios, e nossas dores da alma. Tomamos contato com um amor tão profundo que saímos à rua e olhamos ao nosso redor transbordando esse sentimento de que somos realmente grandes. Mas não grandes em razão do nosso orgulho ou vaidade, mas dentro de nossa humildade.

E esse sentimento transpira pela nossa pele, através da nossa respiração, como algo inexplicável que simplesmente irradia a todos como um brilho mágico.

Isso, meus irmãos, não é nada mais do que “como somos em natureza”. Em nossa natureza, somos abundantes em amor, em alegria, em liberdade, em confiança e em tudo que nos ilumina. Essa é a verdadeira natureza da nossa alma.

E quando falamos em abundância, não estamos falando em matéria, em obter mais bens materiais. Mas sim, de nos tornarmos reais no mundo. De tomarmos contato com aquilo que sempre fomos, mas que por um sopro de existência, nos esquecemos.

A abundância é nada mais do que o contato com o Eu Sou. É algo tão simples que, na matéria, nos colocamos tão distantes desse sentimento justamente porque imergimos nas restrições materiais da grade planetária.

E quando saímos desse alinhamento espiritual, nos desencontramos da energia da abundância, tornamo-nos restritos. Ao nos restringir, nos afastamos do único sentimento que verdadeiramente diz sobre nossa natureza: O amor. Eis a única verdade da abundância: a plenitude do amor.

Percebemos nesse estado que não temos que buscar, lutar, ou sofrer para trazer a abundância às nossas vidas. Ela é nossa natureza espiritual. Para nos tornarmos abundantes, basta que possamos tomar contato profundo com a natureza em essência. A abundância está dentro de cada um de nós, sempre esteve e jamais se afastará, senão quando colocamos restrições em nossas vidas.

Aqueles que realmente querem sentir a abundância plena em suas vidas, devem fazer um caminho simples, que é permitir a expansão do que sempre foram. E essa expansão vai fazer com que a energia do amor irradie a vida, e assim os dias se tornam mais naturais, mais simples e abundantes de felicidade.

A energia do coração começa a irradiar e transbordar em si própria, e se torna a energia criativa que movimenta a vida, que movimenta o amor, que transforma a tudo e todos em Um, em um único Universo.

Nessa expansão perdemos o sentido do “Eu’, “ele”, “você”, e nos tornamos o “nós”, a unidade. Perde-se o sentido do meu e do dele, e se torna o comum que transborda de todos. Essa é a verdadeira abundância universal, e assim se organizam os Reinos de Luz, assim são os Reinos de Amor. E assim será a Terra na Nova Era, abundantemente rica em tudo que somos.

A Nova Terra não está na transformação do mundo, mas em cada ser humano tomar contato com o que é, um ser radiante de plenitude e felicidade, a pureza da manifestação da essência Eu Sou em seu coração. Isso é se tornar abundante: abrir-se a essa verdade de forma rica e feliz. É transcender a matéria de dentro para fora, permitindo que matéria se manifeste na medida da necessidade, a partir da energia do reconhecimento, da autoestima, e do auto amor. A abundância é isso: encontrar-se em essência. Tomar contato com a natureza que fomos criados e que, por um período, nos esquecemos de que éramos.

Thiago Strapasson – 04/08/2017

Fonte: http://www.pazetransformacao.com.br

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